terça-feira, 20 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO - Prefeito é preso pelo Gaeco no Estado do Paraná

(G1 PARANÁ)  Uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) prendeu o atual prefeito de Araucária, Rui Alves de Souza (PTC), na manhã desta terça-feira (20 de dezembro). De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), a prisão é em caráter preventivo e foi determinada pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). A Justiça ainda determinou o afastamento do prefeito do cargo. Também foi preso o ex-secretário de Finanças Fábio Antonio da Rocha. (Correção: a reportagem errou ao informar que o lobista Joasiel Guilherme Soares tinha sido preso. Na verdade, ele teve um mandado de prisão preventiva expedido, mas está foragido. O erro foi corrigido às 12h55).  Os presos são suspeitos de exigir dinheiro para liberar valores de contratos com a prefeitura e, até mesmo, para firmar contrato. Eles estão sendo investigados pelos crimes de concussão e lavagem de dinheiro em associação criminosa.  Os policiais cumpriram ordens de busca e apreensão na prefeitura e na casa da secretária Fernanda Karas, ainda de acordo com a comunicação social. Ao todo, conforme o Gaeco, as ordens de busca e apreensão foram cumpridas em 11 locais. Rui Alves era vice-prefeito de Olizandro Ferreira (PMDB) e assumiu o cargo em julho deste ano após Ferreira renunciar por questões de saúde.  Por meio de nota, a Prefeitura de Araucária informou que a prioridade neste momento é conseguir efetuar o pagamento do 13º salário do funcionalismo e que assuntos referentes à operação são de competência do Ministério Público e dos advogados dos envolvidos.    Nota oficial   -  A Prefeitura de Araucária informa que a prioridade maior neste momento é resolver o impasse quanto a quem autoriza o pagamento em conta do 13º salário dos cinco mil servidores. Tal ato já está sendo visto com a Procuradoria Geral do Município e outras estruturas a fim de agilizar o processo.  Segundo a Secretaria Municipal de Finanças, o recurso está disponível mas precisa dessa autorização para que seja destinado a todos os servidores o quanto antes. A Prefeitura tem ciência da necessidade dos pagamentos e corre contra o tempo para resolver a situação.  Já os assuntos referentes à Operação do Gaeco são de competência do Ministério Público e dos advogados dos envolvidos.   O G1 tenta contato com a defesa dele e dos demais envolvidos. Todo conteúdo da nota  é do portal G1 - veja

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